Destaques
Com vitória: Sousa se despede do Marizão em 2015
04 de maio de 2015 - Postado por: Redacao
Resultados do sábado:

Sáb - 02/05 - Sousa 3 x 2 CSP

Sáb - 02/05 – Campinense 3 x 1 Santa Cruz

Sáb - 02/05 - Auto Esporte 1 x 0 Treze

 

Próximos jogos:

Ter - 05/05 - CSP x Campinense

Ter - 05/05 - Santa Cruz x Lucena

 

Sex - 08/05 - CSP x Botafogo

Sex - 08/05 - Miramar x Sousa

Sex - 08/05 - Santa Cruz x Auto Esporte

Sex - 08/05 - Treze x Lucena

Sex - 08/05 - Campinense x Atlético

Sábado tem Sousa em campo contra o CSP
01 de maio de 2015 - Postado por: Redacao
 
Menino Potim poderá jogar a Série D pela Raposa
01 de maio de 2015 - Postado por: Redacao
1,80m e 22 anos.

Atacante ou ponteiro?

Sabem os adversários que enfrentaram o jovem atacante Rodrigo Potim – emergido da Torcida Força Alviverde (TFA) do Sousa Esporte Clube e autor de 03 gols no Paraibano 2015.

Das arquibancadas para o gramado, das bases para o profissional, do Sousa para o Campinense, do Campeonato Paraibano para a Série D do Brasileirão.

Paralelismo à parte, o Dinossauro poderá perder o menino Potim para a Raposa.

Aguardar resultado das negociações!

Resultados da rodada de meio de semana
01 de maio de 2015 - Postado por: Redacao
Últimos jogos:

Qua - 29/04 - Sousa 1 x 2 Campinense (*19h30)

Qua - 29/04 - CSP 2 x 1 Atlético

Qua - 29/04 - Santa Cruz 1 x 2 Botafogo

 

Próximos jogos:

Sáb - 02/05 - Sousa x CSP *(16:00)

Sáb - 02/05 - Campinense x Santa Cruz

Sáb - 02/05 - Auto Esporte x Treze

Vamos acreditar torcedor!
28 de abril de 2015 - Postado por: Redacao
 
Que cavalo você deve seguir no futebol?
27 de abril de 2015 - Postado por: Wellington Ferreira
Em Maio/Junho de 2014, o psicólogo João Cordeiro, pós-graduado em Marketing e especializado em Gestão de Empresas, escreveu um artigo sobre Accountability pessoal para a Revista HSM Management, publicado na Revista Brasileira de Administração.

Intitulado “Que cavalo você deve seguir?”, o texto discute o caso Eike Batista e enfoca a responsabilidade dos líderes enfatizando o dever que tem os gestores de tomar para si a responsabilidade pelo resultado de atos, omissões e decisões – o que não fez o empresário Eike na derrocada do Grupo X.

Cordeiro lembra que nos tempos do faroeste norte-americano um cavaleiro bêbado, ao deixar um boteco, bastava confiar no cavalo, pois esse conhecia o caminho de volta para casa. Assim, os bebuns escolhiam que cavalo seguir – assim como qualquer um de nós pode escolher o líder, a ideia, o exemplo de vida a seguir.

Bom, o que isso tem a ver com futebol? Ou, mais especificamente, com o futebol sertanejo paraibano?

Explico. O caso Atlético de Cajazeiras, denunciando pela procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba, pela escalação irregular de jogadores no Campeonato Paraibano de Futebol, tem relação estrita com reflexões sobra a Accountability pessoal e também sobre a Accountability gerencial.

Isso porque o treinador do clube denunciado, Taciano Gadelha, alega ter documento assinado por um funcionário da Federação Paraibana de Futebol (FPF) dando condições de jogo a um dos três atletas que ele (Taciano) escalou com três ou mais cartões amarelos – o que é incorreto, pois o regulamento do certame exige cumprimento de suspensão automática a cada série de três cartões recebidos por um atleta.

Ora, a incongruência de Gadelha fragiliza a defesa azul, ainda que o documento existisse e ainda que houvesse confiança na condição de jogo, uma vez que a FPF disponibiliza todas as súmulas em seu sitio na Internet. Um funcionário da FPF não pode(ria) dar condições de jogo a um atleta se as súmulas escritas à mão e digitalizadas e publicadas na internet dizem o contrário – seria, por comparação, a mesma situação de pedir a um delegado de polícia autorização para matar, quando a lei proíbe matar e um delegado não pode sobrepor-se à lei. Assim, um integrante dos quadros funcionais da FPF não pode(ria) sobrepor-se ao regulamento do Campeonato Paraibano de Futebol.

É nesse ponto-chave que deveria existir a Accountability pessoal de Taciano Gadelha, o treinador que escalou três jogadores [três jogadores] de modo irregular no Campeonato Paraibano – em três compromissos distintos, em datas distintas, mas todos com três cartões amarelos.

Essa Accountability pessoal exige que o agente não culpe terceiros pelos erros que cometeu, nem fuja de suas responsabilidades, nem alegue que não sabia de nada.

Tem mais. A Accountability gerencial atinge o presidente do clube, o senhor Essuélio Morais, o dirigente que reitera a cada entrevista que o seu treinador está “blindado”. É preciso prestar contas ao torcedor atleticano e sertanejo das ações irresponsáveis do treinador contratado, pois qualquer gerente de borracharia sabe que delega-se autoridade e jamais responsabilidade – por isso bônus e ônus caminham juntos quando o assunto é gerenciar.

Essa matéria tem espaço aqui no Blog porque o Sousa Esporte Clube corre o risco de representar isoladamente o Sertão no Paraibano Série A de 2016.

Em se confirmando o rebaixamento do Atlético, o Sousa além de perder o clássico local verá coadjuvantes de Campina Grande e João Pessoa fortalecendo a facilidade de pontuar de Campinense, Treze e Botafogo. O problema do Atlético é também o problema do Sousa, assim como foi ruim para o Sousa a queda de Nacional e Esporte de Patos.

Aproveito o texto para associar-me a todos os colegas de crônica esportiva da Rádio Alto Piranhas de Cajazeiras, liderados pelo narrador Arnaldo Lima. Eles (assim como o Blog) jamais esconderam do torcedor as reiteradas e referidas escalações irregulares de jogadores com três cartões amarelos. O caderninho de Arnaldo tinha tudo anotado.

Triste para o nosso futebol. Triste para o sertão.

Independente das pedras criminosamente atiradas no presidente do Sousa, Aldeone Abrantes, no último clássico lá em Cajazeiras, e da incitação à violência da parte de alguns colegas irracionais, lamentamos a chance de não ter o maior clássico do sertão no Paraibano de 2016.

Aldeone fala do momento do Sousa e de “cabeça de camarão”
25 de abril de 2015 - Postado por: Wellington Ferreira
Nesta sexta-feira o presidente do Sousa, Aldeone Abrantes, participou da Resenha do Garotão, pelas ondas da Super Rádio Progresso de Sousa AM 610, e falou do momento que vive o Dinossauro do Sertão.

Nas palavras do dirigente, tanto o treinador Roberto Carlos como o preparador físico Netinho são amigos pessoais e amigos do Sousa, além de grandes profissionais, deixando clara que a saída dos dois diz respeito unicamente a rendimento.

Sobre a saída dos jogadores Erandir e Régis, Aldeone expôs os motivos alegados pelos dois atletas: coincidentemente problemas de saúde relacionados a familiares.

Avaliando a campanha do Sousa, Abrantes ponderou o aparente direcionamento que foi dado à tabela do campeonato, o consequente prolongamento desse e a disparidade financeira entre o Sousa e alguns clubes que marcaram território no G4. O presidente dinossauriono não esqueceu de apontar a infelicidade nas contusões de inúmeros jogadores do elenco, alguns “diferenciados” a exemplo do atacante Dico, em sua análise – que se machucou no primeiro treino.

Aldeone ainda fez questão de reforçar que o Sousa mantém viva a chama da esperança e a briga pela classificação, embora não desconsidere as dificuldades que serão enfrentadas.

Para o dirigente, um saldo positivo inegável é a safra de revelações e oportunidades dadas pelo Departamento Profissional do Sousa à garotada da base: Júnior Conceição (goleiro), Júnior Lira (volante), Mateus (volante), Gianotti (meia), Alisson Costa (meia) e Rodrigo Potim (atacante).

Provocado sobre 2016, Abrantes preferiu falar antes do orgulho que seria classificar o Sousa para mais um G4 em 2015 e disse que o Sousa participará do Paraibano Sub 19. Disse, ainda, está satisfeito com a manutenção do Sousa no Paraibano 2016 e destacou o amadorismo do outro clube sertanejo na competição, em vias de ser rebaixado pela escalação irregular de atletas.

Fechando sua fala ao estilo polêmico e combativo do dirigente Aldeone Abrantes, disparou: “lamento que o futebol do sertão vá perder um representante na Série A do próximo ano; ser rebaixado desse modo, por amadorismo, é típico de quem tem cabeça de camarão”.

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